A megaoperação do Gaeco que mira um suposto cartel para realização de eventos, sob suspeita de pagamento de propinas, em Santa Catarina, vai deixar um rastro de prejuízo político. O período pré-eleitoral tende a piorar o cenário e ganhar o debate político entre adversários.
A operação intitulada “Pão e Circo” respingou em 18 municípios de Santa Catarina. Algumas das possíveis fraudes em licitações não estão ligadas à gestão atual. Mesmo assim, os reflexos são ruins para quem está à frente da gestão local.
Megaoperação do Gaeco atinge partidos adversários em 2026
Dos 18 municípios alvo da Megaoperação do Gaeco, 11 são administrados por prefeitos do PL (Partido Liberal). Outros cinco gestores que foram eleitos em 2024, são do MDB (Movimento Democrático Brasileiro) e dois do PSD (Partido Social Democrático).
O que resta é calcular o prejuízo político que a Operação Pão e Circo vai causar. O motivo é que alguns dos nomes citados neste primeiro momento observavam possíveis espaços no cenário eleitoral de 2026. A ação policial também deve servir de combustível para os debates partidários que se avizinham.


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